Marcela

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Ma é de Marcela. Dizem. Não sei se concordo, nem se acredito. É difícil falar de mim. Meu primeiro blog surgiu em 2002, talvez lá tenha sido mais fácil escrever sobre quem eu achava que era, mas acho que hoje já não sei mais fazer isso.

Sou pisciana, com ascendente em gêmeos e lua em escorpião. Já soube o que isso quer dizer. Mas se eu puder escolher uma palavra pra mim hoje, é desconstrução. De conceitos, valores, definições, verdades e ideias preconcebidas, especialmente sobre mim mesma. Sempre me vi como um tanto indecisa, contraditória – e quem não é!?! – intensa, instável, mas talvez não faça sentido escrever o que acho que sou. Sou apaixonada por mudanças, novidades, possibilidades, experiências. Eu queria mudar o mundo.

Eu vivo em Campinas/SP com a minha paixãozinha, a Pandora (Panda), uma viralatinha peluda que adotei em 2008. Adoro filmes, especialmente terror e suspense, alguns documentários, bastantes séries. Não ligo muito pra música no dia-a-dia, mas são essenciais pra dirigir sozinha. Gosto de MPB e das “novas músicas brasileiras alternativas”, tipo Tulipa Ruiz, Cí­cero, Mallu e Camelo, Los Hermanos, e esses derivados, e adoro Nando Reis – músicas da minha vida – e Cazuza #i­dolomor.

Tenho preguiça de salão de beleza. De maquiagem. Aliás, sou super preguiçosa. Pra tudo. Inclusive pra gente insuportável, comentários desnecessários e ignorância.

Já abandonei 3 faculdades. Design digital eu abandonei antes mesmo de começar, na época estava com 17 anos e tive medo de mudar pra SP pra estudar; psicologia eu abandonei no primeiro semestre e comunicação para web, ainda bem. Enfim consegui me formar na área administrativa simplesmente pq tinha que fazer algo pro trabalho. Aí que, aos 27, eu decidi estudar Antropologia, pra pesquisar algo sobre religião. Mas as coisas ficaram maiores, meu interesse passou da religião apenas pra antropologia de um modo geral e também pras demais ciências sociais, e hoje isso tem estado entre minhas prioridades e, de certa forma, mudou tudo na minha vida.

Eu queria uma casa na praia, talvez um kitnet, pra ir de vez em quando; e um chalé pequeno e aconchegante, com uma lareira, num lugar bem frio. Eu amo frio. E vinhos. E queijos. Em algum momento eu também quis algo ou alguém que me fizesse feliz; felizmente aprendi que não é justo que algo tão precioso fique na mão de outrem. A responsabilidade pelos meus desejos, sonhos e anseio é minha. E isso é incrí­vel! Cada vez mais eu procuro as pequenas satisfações, os pequenos prazeres, as pequenas “felicidades”. Para além do clichê, eu aprendi que estar em paz nem sempre significa tédio. E é essa sensação de tranquilidade que me faz bem. Mas não existem fórmulas prontas; cada um tem a sua receita. Essa é a que funcionou pra mim.

E eu odeio muita coisa também. Aliás, odeio tantas coisas que devo ser a pessoa mais rabugenta EVER. Mas deixa isso de fora, né!?!

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